New Year, new habits
Hi dear students!
Welcome back!
Iniciando o ano, como de costume, nos comprometemos, principalmente, a mudar nossos hábitos. E podemos estender essa mudança ao aprendizado de uma língua.
Frequentemente ouço o seguinte "Não gosto de Inglês". Será?
Já nos perguntamos o que nos faz não gostar de uma determinada disciplina, de uma língua?
Pela minha experiência, vejo que "não gostar" está mais relacionado a experiências não muito positivas no colégio.
Será que não gosto ou tenho dificuldade e não encontrei um profissional competente?
Não gosto porque relaciono a língua ao conjunto de cultura e crenças dos Estados Unidos?
Com o começo de um novo ano, é hora também de rever nossas crenças.
Um mal professor não é a disciplina que leciona.
Minha dificuldade não é incapacidade. E é apanas isso: dificuldade.
Todos temos limitações. Mas nem por isso mudamos nossos gostos.
Será que é justa - e justficável - a relação que estabeleço entre a língua e um dos povos que a fala?
O que, historicamente, justifica ou explica minha aversão?
Estudando um pouquinho de História, veremos que teríamos muito mais motivos para "odiar" a língua de Neruda!!
É importante investigarmos as causas para seguirmos em frente.
Além de necessário, o Inglês hoje é condição sine qua non para o acesso à informação no mundo todo.
Não podemos nos restringir ao mundo do trabalho. A língua inglesa faz parte da nossa vida.
E precisamos aprender como utilizá-la, sem reservas injustificadas e também sem exagero!
Podemos - e devemos - nos relacionar com a língua inglesa de forma saudável.

Inglês é também a língua de Shakespeare, Ralph W. Emerson, Helen Keller.
E que delícia é você conseguir se comunicar em outra língua,
ter acesso aos poemas de Shakespeare, às mensasgens otimistas de Emerson, à extraordinária obra da escritora cega, surda e muda - isso mesmo! - Helen Keller.
Podemos ler as versões em Português. Mas o quanto perdemos ao deixar de sentir o sabor e a força das palavras escritas por seus autores, em sua própria língua.
Que tal, além de aprender, curtir!
Abraços carinhosos,
Prof. Adriana Freire
Hi dear students!
Welcome back!
Iniciando o ano, como de costume, nos comprometemos, principalmente, a mudar nossos hábitos. E podemos estender essa mudança ao aprendizado de uma língua.
Frequentemente ouço o seguinte "Não gosto de Inglês". Será?
Já nos perguntamos o que nos faz não gostar de uma determinada disciplina, de uma língua?
Pela minha experiência, vejo que "não gostar" está mais relacionado a experiências não muito positivas no colégio.
Será que não gosto ou tenho dificuldade e não encontrei um profissional competente?
Não gosto porque relaciono a língua ao conjunto de cultura e crenças dos Estados Unidos?
Com o começo de um novo ano, é hora também de rever nossas crenças.
Um mal professor não é a disciplina que leciona.
Minha dificuldade não é incapacidade. E é apanas isso: dificuldade.
Todos temos limitações. Mas nem por isso mudamos nossos gostos.
Será que é justa - e justficável - a relação que estabeleço entre a língua e um dos povos que a fala?
O que, historicamente, justifica ou explica minha aversão?
Estudando um pouquinho de História, veremos que teríamos muito mais motivos para "odiar" a língua de Neruda!!
É importante investigarmos as causas para seguirmos em frente.
Além de necessário, o Inglês hoje é condição sine qua non para o acesso à informação no mundo todo.
Não podemos nos restringir ao mundo do trabalho. A língua inglesa faz parte da nossa vida.
E precisamos aprender como utilizá-la, sem reservas injustificadas e também sem exagero!
Podemos - e devemos - nos relacionar com a língua inglesa de forma saudável.

Inglês é também a língua de Shakespeare, Ralph W. Emerson, Helen Keller.
E que delícia é você conseguir se comunicar em outra língua,
ter acesso aos poemas de Shakespeare, às mensasgens otimistas de Emerson, à extraordinária obra da escritora cega, surda e muda - isso mesmo! - Helen Keller.
Podemos ler as versões em Português. Mas o quanto perdemos ao deixar de sentir o sabor e a força das palavras escritas por seus autores, em sua própria língua.
Que tal, além de aprender, curtir!
Abraços carinhosos,
Prof. Adriana Freire
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