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Alguém com muito amor à família e aos amigos, amante dos livros e do conhecimento. E convicta de que podemos mudar a nós mesmos e a realidade que nos cerca através do conhecimento. É o conhecimento que nos proporciona visão ilimitada e capacidade de transformação.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

New Year, New Habits!!

New Year, new habits

Hi dear students!

Welcome back!

Iniciando o ano, como de costume, nos comprometemos, principalmente, a mudar nossos hábitos. E podemos estender essa mudança ao aprendizado de uma língua.

Frequentemente ouço o seguinte "Não gosto de Inglês". Será?

Já nos perguntamos o que nos faz não gostar de uma determinada disciplina, de uma língua?

Pela minha experiência, vejo que "não gostar" está mais relacionado a experiências não muito positivas no colégio.

Será que não gosto ou tenho dificuldade e não encontrei um profissional competente?

Não gosto porque relaciono a língua ao conjunto de cultura e crenças dos Estados Unidos?

Com o começo de um novo ano, é hora também de rever nossas crenças.

Um mal professor não é a disciplina que leciona.

Minha dificuldade não é incapacidade. E é apanas isso: dificuldade.

Todos temos limitações. Mas nem por isso mudamos nossos gostos.

Será que é justa - e justficável -  a relação que estabeleço entre a língua e um dos povos que a fala?

O que, historicamente, justifica ou explica minha aversão?

Estudando um pouquinho de História, veremos que teríamos muito mais motivos para "odiar" a língua de Neruda!!

É importante investigarmos as causas para seguirmos em frente.

Além de necessário, o Inglês hoje é condição sine qua non para o acesso à informação no mundo todo.

Não podemos nos restringir ao mundo do trabalho. A língua inglesa faz parte da nossa vida.

E precisamos aprender como utilizá-la, sem reservas injustificadas e também sem exagero!

Podemos - e devemos - nos relacionar com a língua inglesa de forma saudável.

Inglês é também a língua de Shakespeare, Ralph W. Emerson, Helen Keller.

E que delícia é você conseguir se comunicar em outra língua,

ter acesso aos poemas de Shakespeare, às mensasgens otimistas de Emerson, à extraordinária obra da escritora cega, surda e muda - isso mesmo! - Helen Keller.

Podemos ler as versões em Português. Mas o quanto perdemos ao deixar de sentir o sabor e a força das palavras escritas por seus autores, em sua própria língua.

Que tal, além de aprender, curtir!

Abraços carinhosos,

Prof. Adriana Freire


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